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As viagens... saídas e retiros, outros lugares!

Saccharum • Hotel na Calheta



No passado fim de semana, de 27 de Junho, o nosso retiro foi o Hotel Saccharum de quatro estrelas, na Calheta. A celebração foi o nosso aniversário de namoro. 
Todos os anos fazemos alguma coisa representativa, mas este ano decidimos refugiar-nos num hotel na companhia de um casal amigo, muito cúmplice nos nossos programas. 

Achei fantástico o design do hotel, todos os pormenores e características associadas a um tema industrial do fabrico da cana de açúcar, ao mesmo tempo que se destaca uma serenidade inerente a um estilo moderno e urbano.

Tenho a destacar que apanhamos dias de sol incríveis o que ainda optimizou a equação. A localização do hotel, protegida pela montanha, pareceu-nos ser uma vantagem na canalização do calor junto às zonas das piscinas. 

Adorei os quartos, amplos e sofisticados, com tonalidades neutras e cantos confortáveis. Achei os corredores escuros mas originais, discretos mas com linhas fortes e dentro da temática industrial que orienta o conceito do hotel. 

Fomos no sábado de manhã, bem cedinho e passamos o dia nas piscinas. O hotel estava cheio, por isso fomos inicialmente para uma piscina mais resguardada e só depois experimentamos a piscina de maior destaque, pela sua vista em espelho para o oceano. 

O spa é optimo! Experimentamos os vapores de cheiros e de cores, que além de uma experiência diferente, onde cada um de nós procurou atribuir um significado, despertaram todos os sentidos.

Para o almoço fomos à praia que é mesmo em frente, práticamente ligada ao hotel. Queria fazer padle surf mas não haviam pranchas nessa praia.
Depois voltamos ao hotel, mas agora para a outra piscina, já que os espaços estavam mais vazios e ainda usufruímos da luz do sol do final de tarde, juntamente com umas caipiroskas acompanhadas pela imagem do pôr do sol. Perfeito!

O nosso jantar de sábado estava óptimo e o pequeno almoço também apresentava muita diversidade, no entanto sentimos que o serviço ainda tem de ser aperfeiçoado em alguns pormenores. O que poderá dever-se ao facto de ser um hotel relativamente recente, com uma localização onde anteriormente não se encontrava nenhum hotel idêntico que justificasse formação de serviços nesse sentido.

Foi sem dúvida um fim de semana bem passado, com um bronze conseguido e com um sentimento de relaxamento e uma espécie de sensação (aparente) de férias. Claramente um retiro aconselhado!






























XOXO
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Porto • Festival Primavera Sound 2015




Olá!!!

Este ano o primeiro festival primavera/verão que decidimos ir foi o Primavera Sound, de 4 a 6 de Junho, na cidade do Porto.
Foi uma estreia e tenho a confirmar que no próximo ano o plano será voltar!

Além das bandas e do ambiente festivaleiro, algo que se destacou foi a organização. Achamos que o espaço estava bem dividido, funcional e estruturalmente lógico, para circularmos nos orientarmos nas dinâmicas de um festival.
Bandas favoritas que tivemos o privilégio de ver: Interpool, Jose Gonzalez, Anthony and the Johnsons, Belle and Sebastion, Jungle... e mais!

Além disso, passamos os dias a usufruir da cidade do Porto, com direito à melhor companhia! 
Fizemos grandes almoçaradas, surf, compras, passeios, jantar e saída à noite!  







(almoçarada na marisqueira Majára em Matosinhos)












(Livraria Lello)

































(Jantar no restaurante Dop by Rui Paula)











(seca de 1 hora por uma mala não identificada... o retorno à ilha)




XOXO
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PARIS


A visita de Paris foi preparada para aproveitar tudo que a Cidade-Luz tem para oferecer! No entanto, e porque fomos poucos dias, seleccionamos os principais locais: Praça da Concórdia, o Museu do Louvre, as margens do Rio Sena e suas lindas pontes, a Ilha da Cité e a Catedral de Notre Dame, a famosa Avenida dos Champs-Élysées, o Trocadero e sua vista para a Torre Eiffel, o bairro da Ópera e muito mais.

Ficamos no Etoile Saint Honoré, um hotel ecológico que se encontra no coração de Paris, na famosa Rue du Faubourg Saint Honoré, que propõe quartos luxuosos e uma área de salão.
O Etoile Saint Honore situa-se bem perto dos Campos Elísios, do Arco do Triunfo e do Museu do Louvre e providencia acesso directo de metro ao La Defense e à Porte Maillot.


Não posso deixar de dizer, que em bom estilo parisiense, não hesitamos nos croissants e nos macarrons durante o dia! 




Os Campos Elísios - Madeleine, é uma excelente escolha para os que estão interessados em compras de grandes marcas. Nesta área também podemos encontrar diversos bares e excelentes restaurantes nas proximidades.





Se estamos à procura de lojas de alta costura devemos dirigir-nos para os arredores dos Campos Elísios uma vez que ao passar por esta grande avenida, chegaremos à Rua Cambon, onde encontramos algumas das melhores marcas de moda do mundo. Marcas como Nina Ricci, Laroche Guy, Celine, Chanel, Jimmy Choo, Yves Saint Laurent e Christian Dior, entre muitas outras marcas de prestígio.









Uma das lojas mais populares em Paris é a Coco Chanel, que tem definido de certa forma a moda ao longo dos anos e que lhe permitiu criar um império de moda. A boutique original está situada no número 31 da Rue Cambon. Um clássico! E claro que fiz umas comprinhas... ;)





Estivemos na Avenida Montaigne, pois na hierarquia dos endereços prestigiosos de Paris este triângulo representa o que há de mais caro e seletivo. No alto, a avenida dos Champs Elysées e as duas vertentes do triângulo, formadas pela George V e a Montaigne.

A avenue Montaigne, a rua mais cara de Paris, foi residência das elites francesas dos séculos passados e aos poucos tornou-se sede de escritórios de advocacia, de grandes empresas internacionais e endereço obrigatório da alta costura parisiense.

Existe um muro de separação na esquina destas duas avenidas, onde está situado o metro Franklin Roosevelt. Os parisienses de classes mais populares frequentam sem hesitação a avenida Champs Elysée, mas sentem-se intimidados na avenida Montaigne.




Para fazer compras com diversidade, é essencial passar nas Galerias Galeries Lafayette e Printemps! É  de ficar espantado e ter alguma paciência com a quantidade de filas para entrar nas lojas, mas qualquer apaixonada por moda perde a cabeça e sente-se no paraíso!







Apesar de já termos ido algumas vezes a Paris e subido à Torre Eiffel, não pudemos deixar de voltar a visitar esta incrível construção e Trocadero, o local perfeito para tirar umas fotos com a Torre Eiffel de fundo.






Construído no pico da colina de Chaillot, o Trocadero encontra-se face ao rio Sena, diante da Torre Eiffel. Do local fazem parte o Palácio de Chaillot, que abriga diversos museus, jardins, a praça do Trocadero e um grande aquário subterrâneo.

Diante do rio Sena, os jardins do Trocadero têm uma área enorme. A fonte de Varsóvia lá situada é muito famosa. A fonte, as bacias e os jardins, cujos arredores são ornados com esculturas, são locais de passeio apreciados pelos turistas e pelos parisienses, principalmente em épocas de ondas de calor.





Caminhar ao longo do Sena é um dos passeios mais agradáveis em Paris, a começar pela igreja de Notre Dame.





No caminho encontramos a Pont des Arts, localizada bem perto do Louvre e de frente para a Pont Neuf, com uma bela vista para uma das mais belas ilhas do Sena, a Île de la cité. Aqui existe a tradição de se colocar um cadeado com a cara metade. Atualmente existem zonas vedadas para não serem colocados mais cadeados, já que as vedações quase cairam com o peso! Mas, arranjamos um cantinho bem no meio da ponte e colocamos o nosso!!






Fomos também ao Quartier Latin, famoso pelo seu ambiente animado, cheio de galerias e muitos bistrôs. É um sítio conhecido por ter reunido muitos artistas e escritores em sua história. 







O Museu do Louvre instalado no Palácio do Louvre, é um dos maiores e mais famosos museus do mundo. Localiza-se no centro de Paris, entre o rio Sena e a Rue de Rival dos Champs-Élysées.
Já havíamos visitado o Louvre mas ainda estamos longe de o ver na totalidade... É dito que para se ver todo o museu são necessárias duas semaninhas! 















É aqui que se pode explorar alguns dos maiores feitos artísticos da humanidade, desde a Mona Lisa, os Apartamentos de Napoleão, a Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo, enormes coleções de artefatos do Egipto antigo, da civilização greco-romana, artes decorativas e aplicadas, e numerosas obras-primas dos grandes artistas da Europa como TicianoRembrandtMichelangeloGoya e Rubens, numa das maiores mostras do mundo da arte e cultura humanas. O museu abrange, portanto, oito mil anos da cultura e da civilização tanto do Oriente quanto do Ocidente.

O museu é dividido em três alas: a Ala Sully a leste, que contém a Cour Carrée e as partes mais antigas do Louvre, a Ala Richelieu ao norte, e da Ala Denon, que faz fronteira com o Rio Sena para o sul.
















Fizemos também, no final da visita, um passeio nos Jardins do Louvre.










Não concordo muito com a reputação dos franceses como arrogantes, sempre achei que esta ideia era confundida com o facto de serem mais cautelosos e não darem muita confiança com pequenos contactos. Voltei a confirmar a minha teoria, recebemos óptimo atendimento, as pessoas foram super prestáveis, simpáticas e convidativas!

Paris continua a ser um dos meus destinos favoritos, adoro deambular pelas ruas e encontrar a beleza dos monumentos, a sensação romântica e a história evidente que nos envolve. 


We´ll always have Paris! 


XOXO
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EAU


A última grande viagem que fiz foi em família, aos Emirados Árabes Unidos. Fomos a 2 dos 7 Emirados, Abu Dhabi e Dubai.



No Dubai optamos por ficar hospedados na zona da marina no JA Oasis Beach Tower Apartments na Al Sufouh Road, (Jumeirah Beach Residence), que aconselho, não só pelo serviço, que achei extraordinário, mas também pela logística. São apartamentos de luxo, com uma vista fantástica e com dois grandes quartos, que permitiram um igual conforto mas maior interacção entre os dois casais, pois podíamos compartilhar uma grande sala.


Com o calor forte e praticamente insuportável, fomos às várias praias nomeadamente, à Praia Jumeirah que se situa na Palm Jumeirah, que deve ser visitada (a conhecida construção da palmeira sobre o mar, onde está situado o Atlantis Resort). Aqui podem-se fazer os conhecidos saltos de queda livre onde se capta esta fantástica vista. Já havíamos colocado esta actividade na nossa lista, no entanto não foi desta que a concretizamos. 

Também pensamos ir à piscina de ondas para surfar e não conseguimos, já que é a horas de carro e tendo em conta as dimensões do Dubai e dos nossos planos, optamos por deixar para uma próxima vez.



Fomos à Cidade Velha, ou Old Town, onde se encontram os famosos Souks ou mercados. Achei importante ver o outro lado do Dubai, no entanto não foi o meu momento favorito.


Visitamos o  edifício mais alto, o Burj Khalifa, com mais de 800 metros de altura. Impressionante!
No Dubai Mall, o maior shopping do mundo, onde podemos ver o aquário e o show de luzes à noite. Fomos a mais dois conhecidos centros comerciais, onde paramos estupefactos com a ostentação e os carros e sacos de lojas exibidos à entrada, mas olhamos, apreciamos, debatemos e seguimos… Neste shopping, por outro lado, fomos arrebatados pela variedade… ficamos 5 horas! Não por estarmos a ser loucamente consumistas, mas porque é realmente gigante e tem mesmo tudo, não há marca que não exista! Perdemo-nos várias vezes e só depois é que compreendi que é dividido por zonas, desde as lojas mais acessíveis às mais caras e de alta costura. Chega a ter incluído um Bloomingdales e uns armazéns Lafayette. De perder a cabeça…


Ao lado do Burj Al Arab, existe o Madinat Jumeirah, um complexo de identidade arquitetônica tradicional com uma diversidade de deliciosos restaurantes e lojas num souk.
Ficar a dormir no Burj Al Arab é caríssimo claro, mas um jantar é por volta de 90 euros por pessoa, o que até não é exorbitante tendo em conta a dimensão deste hotel de luxo, com 6 estrelas.


As noites no Dubai estão cheias de pessoas na rua e de restaurantes completos, com imenso movimento, onde nos sentimos seguros e tranquilos. 


Os carros passam como que em velocidade de cortejo, exibindo grandes modelos e o som dos motores. Cheguei a ver um hummer coberto de swarovskis!!! thacky!
Não existem consumos de álcool sem ser nos hotéis, o que fez-me pensar que pode ser uma das variáveis para uma reduzida taxa de criminalidade.
Fomos ter com um amigo que vive lá, onde visitamos o hotel com a discoteca Cavalli. Lembrou-me o ambiente de Miami.

Em Abu Dhabi, a prioridade foi visitar a minha prima, que está lá a viver como piloto da Etihad. Pedimos orientação para as poucas horas que íamos ficar por lá e fomos à Grande Mesquita Sheikh Zayed. Vale mesmo a pena, é lindíssima! Só aconselho a levarem lenços para se taparem e calças compridas senão emprestam-vos uma burca…


Passamos por Abu dhabi mas o nosso destino era o Hotel do deserto Anantara Qasr al Sarab Desert Resort (Liwa Desert,Qasr Al Sarab Road 1, Jurayrah, Emirados Árabes Unidos). O melhor momento da viagem!!!




São 4 horas do Dubai e basicamente seguem-se duas rectas…! Nós alugamos carro, já que a gasolina é mais barata que a água. Passamos pelo parque temático Ferrari world mas não entramos, não havia tempo a perder e um hotel a encontrar a meio do deserto de Liwa.





Um hotel magnífico, gigante, um resort imperdível a meio do deserto, com quartos celestiais enquadrados no tema, faz-nos sentir como autênticos sultões :)
Escolhemos dentro da variedade de actividades, andar a camelo no nascer do sol (já tinha andado na Tunísia, mas é sempre uma sensação maravilhosa), arco e flecha (fiquei apaixonada por isto!), e andar no deserto, nas dunas, de jeep a toda a velocidade. 

Tivemos um momento interessante... arriscado mas interessante. Uma história que não nos cansamos de contar... Fizemos uma espécide de sessão fotográfica onde fomos descalços da piscina para a areia do deserto, onde saltamos, corremos, só faltou fazermos sand angels enfim, descontraídos não tivemos ideia do perigo que nos alertaram mais tarde, a presença de escorpiões e outros animais que já picaram algumas pessoas que foram de urgência para o hospital. Felizmente ficamos na ignorância do momento e conseguimos boas fotos! eheh

                              (scorpion trail)


Tinha a ideia que poderia associar o Dubai a algo muito artificial, no entanto não foi nada essa a minha impressão depois de lá ter estado. O facto de existir uma cópia de uma torre Eiffel, um cópia de um Big Ben, todos aqueles edifícios etc, faz-nos pensar que existe uma determinação do "ter tudo". Na verdade, sentimo-nos com muita opção de escolha e é um lugar diferente de todos onde já havia estado, não pelas paisagens ou beleza natural, porque aqui a questão é exactamente oposta, mas sim por também nos sentirmos arrebatados pelas criações e construções e pela noção do exagero que se torna atractivo.





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till the next trip!

XOXO
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